Como analisar a sua carteira: concentração, alocação e proventos
Antes de escolher o próximo ativo, vale olhar o que você já tem. Esta página mostra o que analisar e onde a plataforma faz essa conta para você. Conteúdo educacional, não é recomendação de investimento.
Comece importando, não opinando
Análise de carteira feita de memória erra. O extrato da B3 traz todas as compras e vendas já registradas, e as exchanges exportam o histórico de cripto. Com as operações importadas, preço médio, posição atual, proventos e imposto passam a ser calculados a partir do que de fato aconteceu.
Concentração é o primeiro risco a medir
Qual porcentagem do total está no maior ativo, e qual está no maior setor. Uma carteira com dez ativos pode estar concentrada se sete deles forem bancos. Concentração não é erro em si — é uma escolha que precisa ser consciente, e o número torna a escolha visível.
Aderência ao perfil escolhido
Depois de definir um perfil de risco, dá para medir o quanto a alocação atual se afasta dele. O resultado costuma surpreender: a carteira que a pessoa descreve raramente é a carteira que ela tem, porque cada compra individual fazia sentido isolada e o conjunto foi se deslocando.
Atual contra desejado
A comparação entre a alocação de hoje e a alocação pretendida mostra onde o próximo aporte tem mais efeito. Rebalancear pelo aporte novo, em vez de vender o que subiu, evita realizar ganho e gerar imposto sem necessidade.
Proventos e imposto vêm da mesma base
Com as operações importadas, o calendário de proventos mostra em quais meses cada ativo costuma pagar, e o relatório de imposto de renda é montado sobre o mesmo histórico. É o mesmo dado respondendo perguntas diferentes.
O que esta análise não é
A plataforma organiza, calcula e compara o que você tem. Ela não indica qual ativo comprar ou vender, e nada aqui é recomendação de investimento. A decisão continua sendo sua, e vale confirmar sua situação com um profissional habilitado quando o caso exigir.
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